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Rastreabilidade e controle de qualidade no hortifrúti.

Quando se fala em varejo estamos falando de satisfação do cliente. E quando estamos tratando de supermercados, como consumidores, logo pensamos em qualidade do alimento. Há uma tendência muito presente no nosso dia a dia que tem provocado mudanças no comportamento do consumidor e consequentemente tem movimentado toda a cadeia de abastecimento do varejo alimentar. A tendência de bem-estar tem ocasionado a busca por estilos de vida mais saudáveis, o que exige dos varejistas de alimentos atenção ao oferecer novidades de produtos ao consumidor e também transparência na qualidade e origem dos mesmos.

Quando buscamos informação de produtos processados e industrializados, na maioria das vezes, está facilmente identificada no rótulo e a decisão de compra está nas mãos do consumidor. No entanto, quando lidamos com produtos naturais, saber da proveniência e qualidade é um pouco mais complicado. A rastreabilidade surgiu deste contexto de garantir a qualidade dos alimentos caracterizados como FLV (frutas, verduras e legumes). O Programa RAMA (Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos) é organizado e estimulado pela Abras (Associação de Supermercados do Brasil) com o objetivo de desenvolver de forma consciente os fornecedores cadastrados no projeto e promover a comercialização de alimentos de qualidade, através das exigências previstas pela ANVISA.

Embalagem de morango com o QRCode de rastreabilidade.

O consumidor é o último elemento na cadeia de abastecimento de alimentos. Se a comunicação não é transparente e clara no momento da compra, ele não saberá o que está ingerindo. Dessa forma, a rastreabilidade atende uma necessidade de monitoramento de toda a cadeia: desde o produtor até o supermercado. Através da identificação do QR Code no produto comercializado é possível acessar informações sobre a origem do alimento, os agrotóxicos utilizados pelo produtor e a data de validade do produto. O consumidor pode até fazer uma avaliação e deixar um comentário, tudo através do acesso na etiqueta.

A padronização dos processos de coleta e registro da informação possibilita identificar inconformidades no ato da entrega da mercadoria, facilitando procedimentos de recall, além de ser possível compartilhar relatórios de auditoria de lojas entre os membros cadastrados no programa.

São poucos os supermercados no Estado de São Paulo que fazem parte do RAMA, e o Grupo Palomax aderiu ao projeto pelo compromisso que tem com seu consumidor em oferecer produtos de qualidade. Em todas as lojas da rede já é possível identificar produtos do hortifrúti com etiquetas de rastreabilidade. De acordo com o Gerente Setorial, Alex Lorbieski, “o cliente ainda não sabe dos benefícios da etiqueta com o QRCode”. Mas ainda segundo Alex, “através da rastreabilidade é possível ter mais segurança ao comprar produtos de hortifrúti para revender nas redes do Palomax e Maxfácil e ainda é uma garantia de qualidade aos nossos clientes”. O Grupo Palomax tem o compromisso de até o final do ano todos os fornecedores de FLV (frutas, legumes e verduras) estejam rastreados e de acordo com as exigências governamentais.

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